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Marques Mendes mostra as garras a Rui Rio, o “anjinho da guarda” de António Costa

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Carlos Barroso / Lusa

Luís Marques Mendes

Na opinião de Luís Marques Mendes, Rui Rio tem sido o “anjinho da guarda” de António Costa. No seu comentário no Jornal da Noite da SIC, Marques Mendes não poupou nas críticas ao líder do PSD.

No seu espaço habitual de comentário no Jornal da Noite da SIC, Luís Marques Mendes não poupou críticas a Rui Rio. Para o comentador, o atual líder do PSD “tem um problema com a competência política” ou demasiada “subserviência ao primeiro-ministro”.

Na opinião de Marques Mendes, Rui Rio esteve mal ao defender que António Costa não devia ir à comissão de inquérito sobre o “caso Tancos”, traçando desta forma uma relação causa-efeito: o presidente do PSD está a ser “mais costista que Costa” porque ambiciona ser número dois num futuro Governo socialista.

“Rui Rio tem um de dois problemas: ou falta de competência política ou um problema de subserviência em relação ao primeiro-ministro. Está sempre a fazer de anjinho da guarda. Se Rui Rio acha que chega a vice-primeiro-ministro com falinhas mansas pode tirar o cavalinho da chuva. António Costa nunca lhe vai dar esse lugar“, argumentou.

No que diz respeito ao “caso Tancos”, o atual conselheiro de Estado do Presidente da República sugeriu que Marcelo desconfia que é o Governo quem está na origem das notícias que dão como cerca a tese de que o Chefe de Estado terá sido informado sobre a encenação em torno da recuperação do material militar roubado em Tancos.

Ao jornal público, esta sexta-feira, Marcelo fez declarações misteriosas, depois de ter sido confrontado com uma reportagem da RTP. “Se pensam que me calam, não me calam”, disse, nem, no entanto, adiantar quem é que está a tentar calar o Presidente da República.

Assim, Marques Mendes defendeu que estas declarações de Marcelo Rebelo de Sousa eram uma espécie de “recado ao Governo” e uma forma que o Presidente encontrou para dizer “que não achou graça”.

Mas Marques Mendes vai mais longe: esta foi também uma maneira de Marcelo afirmar, ainda que nas entrelinhas, que suspeita de que foi “o Governo a ajudar à festa” atirando o nome do Presidente da República para o centro da “nebulosa”  em que se transformou o “caso Tancos”.

Segundo o Expresso, sobre o Orçamento do Estado para 2019, Luís Marques Mendes fez críticas aos dois maiores partidos.

Os socialistas mostraram “muita arrogância” quer na forma como Costa decidiu não participar no debate, quer na forma como o Governo tem feito a promoção do défice (“como se se tratasse da última coca-cola do deserto”) e como tem destratado as entidades independentes que questionam os números de Mário Centeno.

Por sua vez, os sociais-democratas mostraram, na opinião do comentador, a sua “impotência” e “irrelevância”, presos a uma “orgia de adjetivos”, incapazes de fazer um discurso com “cabeça, tronco e membros” e sem discernimento para apresentarem “alternativas” concretas.

p Fonte: ZAP

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