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Estado distribui agendas com castelhano como língua principal

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(dr) SIC

Imagem disponibilizada por Luís Marques Mendes no seu espaço de comentário na SIC

O Estado português distribuiu agendas nas quais o “castelhano é a língua dominante” aos altos quadros da administração pública, revelou Luís Marques Mendes neste domingo, no seu habitual espaço de comentário na SIC. 

“Será que o Estado português já considera que Portugal é um província de Espanha? Será que já chegamos à Ibéria?”, questionou o comentador e antigo presidente do PSD, afirmando depois que se trata de um caso simbólico. “Quando se começam a degradar os símbolos, começam a degradar-se as instituições”, considerou.

Nas imagens reveladas pela SIC, disponibilizadas por Marques Mendes, pode ver-se que a agenda destaca as palavras em castelhano, seguindo-se depois, em tamanho menor, o português e as línguas regionais espanholas: o galego, o basco e o catalão.

Apesar de reconhecer que os responsáveis do Executivo socialista poderão não estar a par deste caso, o comentador político frisa que este é um assunto com relevância.

Marques Mendes deixou ainda um pedido a António Costa para que o primeiro-ministro tome uma atitude sobre o caso e mande recolher as agendas. Aos deputados, pediu que questionassem o Governo sobre a questão.

“Acho que o primeiro-ministro não sabe isto, mas devia mandar retirar as agendas, e os deputados deviam pedir explicações. Alguma vez os espanhóis aceitavam agenda em língua portuguesa?”, questionou.

Fonte oficial do gabinete da ministra da Modernização Administrativa recusou para já fazer qualquer comentário sobre este caso, nota o jornal Observador.

“Podemos ter acusações de gestão danosa da CGD”

Em breve, o Ministério Público poderá avançar com acusações a antigos gestores da Caixa Geral de Depósitos (CGD), adiantou ainda Marques Mendes neste domingo.

O comentador político revelou que a auditoria encomendada pelo Governo à gestão da CGD “foi feita para o período de 2000 a 2015 mas sobretudo conclui que o período de 2005 a 2008 é o período mais ruinoso das operações da CGD”.

Marques Mendes lançou o tema da auditoria prometida pelo Governo em 2016 e encomendada em 2017 para frisar que “esta auditoria está no Ministério Público e mais dia, menos dia, mais semana, menos semana, mais mês, menos mês, poderemos ter uma acusação de gestão danosa de responsáveis da CGD”.

Em outubro passado Marques Mendes foi convidado para ocupar o cargo de presidente da mesa da assembleia geral do banco angolano da CGD, o Caixa Geral Angola. No seu comentário habitual na antena da SIC, o antigo presidente do PSD deixou também uma questão ao Parlamento. “Os deputados prometeram uma lei para os grandes incumpridores. Onde está essa alteração à legislação bancária?”, indagou.

Fonte: ZAP

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