Início Economia Ryanair cobra 4 euros por check in antecipado. “É ilegal”

Ryanair cobra 4 euros por check in antecipado. “É ilegal”

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A cobrança pela Ryanair de 4 euros aos passageiros com voos marcados para esta quarta e quinta-feira e que, por indisponibilidade dos serviços online da companhia, tiveram de fazer check in antecipado “é ilegal”, alerta a Deco.

De acordo com a associação de defesa do consumidor, que vai “denunciar a situação” junto da Autoridade Nacional da Aviação Civil (ANAC), os passageiros nestas condições a quem tiver sido cobrado pelo check in devem reclamar junto da Ryanair e reportar o sucedido através da plataforma “Queixas dos Transportes” da Deco.

Em causa está o anúncio feito na segunda-feira pela companhia aérea de que os seus serviços de reserva e check-in online estarão indisponíveis durante um período de 12 horas, entre as 17h00 desta quarta e as 05h00 de quinta-feira, para uma “atualização de sistema”.

A Ryanair disse ter contactado nesse dia “todos os passageiros com viagens marcadas para quarta-feira e quinta-feira por e-mail e por SMS, aconselhando-os a efetuaram o check in online para os seus voos na terça-feira, antes do referido encerramento“.

Contudo, segundo a Deco, “para fazer o check in antecipadamente o consumidor pode ser surpreendido com o pagamento de quatro euros pela escolha de lugar, a única possibilidade disponível para dar seguimento ao check-in naquele momento”.

“Na comunicação que a Ryanair enviou aos passageiros, a companhia alerta para a necessidade de fazer check-in online, sem concretizar a razão da urgência, e que o serviço está indisponível temporariamente”, diz a DECO, acrescentando que “os passageiros são apenas informados de que o check-in no aeroporto implica o pagamento de 55 euros“.

Para a associação de defesa do consumidor, “trata-se de mais uma política inaceitável” da Ryanair, que “penaliza os passageiros, apesar de o constrangimento ser da responsabilidade da companhia“. “A situação impõe informação individualizada e o check in sem custos associados”, remata a associação de defesa do consumidor.

Fonte: ZAP

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